"A Democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional".

Human Rights Watch: Venezuela, Crise Humanitária Alastra-se para o Brasil. Necessidade urgente de uma resposta regional.


A crise humanitária da Venezuela está se espalhando para além de suas fronteiras, disse hoje a Human Rights Watch. Os governos da América Latina devem aplicar uma forte pressão sobre a administração de Maduro para solucionar a grave escassez de medicamentos e alimentos que está fazendo com que venezuelanos deixem o país.

Milhares de pessoas têm fugido de uma crise humanitária que o governo venezuelano nega existir e não enfrenta adequadamente. Milhares vieram para o Brasil, muitos entrando pela fronteira da Venezuela com o estado brasileiro de Roraima. Em solo brasileiro, alguns solicitam proteção como refugiados, outros procuram por trabalhos temporários e outros buscam desesperadamente por cuidados médicos. O fluxo sem precedentes de venezuelanos está pressionando ainda mais o já sobrecarregado sistema público de saúde de Roraima e inundando o sistema de solicitação de refúgio do país.(Leia mais)

junho/2017

O Parlamento do MERCOSUL declara: "Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse Cultural e Humanitário". (Humberto Benedetto, Parlamentar do MERCOSUL)


Será apresentado para votação na (segunda-feira 29 de maio, 11 da manhã) no horário local, durante a XLVII sessão plenária do Parlamento do MERCOSUL (PARLASUR), em Montevidéu no Uruguai, projeto de iniciativa do parlamentar argentino no PARLASUR, Humberto Benedetto, que declara a Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse cultural e humanitário. (VEJA AQUI)





Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, Solidariedade, 
Cartas e Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela! 

Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil.

Foto: em Los Teques, jovem venezuelano mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. maio/2017. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

USHUAIA 

O nome da missão formada pelos brasileiros Dado Galvão (documentarista), Arlen Cezar (fotógrafo) e pelo venezuelano Carlos Javier (jornalista e escritor), foi inspirado no Protocolo de Ushuaia, assinado em 24 de julho de 1998 na cidade Argentina de Ushuaia, inicialmente pelos quatro estados membros de MERCOSUL, (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), mais dois Estados associados (Bolívia e Chile), reafirmando o compromisso democrático entre os Estados membros do MERCOSUL. 

Em 08 de julho de 2004, na XXVI Reunião do Conselho do Mercado Comum, realizada em Puerto Iguazú na Argentina, a República Bolivariana da Venezuela foi admitida como Estado Associado do MERCOSUL. 

A Decisão do Conselho do Mercado Comum estabelece a necessidade de adesão ao Protocolo de Ushuaia e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL; 

Que a democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional. 

Em 19 de julho de 2005, na XXVIII Cúpula do MERCOSUL, em Assunção no Paraguai foi aprovada a adesão da República Bolivariana da Venezuela ao Protocolo de Ushuaia sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL, a República da Bolívia e a República do Chile e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL. 

www.MissaoUshuaia.org (atualizado, junho de 2017)



Parlamento MERCOSUL: crise na Venezuela.

Remídio Monai, parlamentar brasileiro no PARLASUR: venezuelanos 
em Roraima, grave crise humanitária na fronteira ao norte do Brasil.

   


Humberto Benedetto, parlamentar argentino no PARLASUR: 
"governo da Venezuela deve parar de perseguir seu próprio povo"

   


XLVI Sessão completa do Parlamento do Sul (PARLASUR)


 

Bandeira abaixo-assinado MERCOSUL, Cartas & Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela!


Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

"EVENTO ADIADO*, SEM DATA DEFINIDA!" (Recebemos informações do adiamento por e-mail, enviado pela Chefe do Cerimonial da presidência da Câmara dos Deputados, Raquel Monti Henkin).

CREDN reforça convite para evento* sobre a Democracia na Venezuela

Brasília – A presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, Bruna Furlan (PSDB-SP), reforçou nesta quinta-feira, dia 11, o convite para que parlamentares de todo o mundo se façam representar no dia 23, no Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento organizado pela Presidência da Câmara dos Deputados sob a coordenação do deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “É fundamental que este evento tenha êxito para o bem do povo da Venezuela e da Democracia”, afirmou a deputada. 

Foto: Bruna Furlan, Rubens Bueno e Rodrigo Maia, discutem com embaixadores estrangeiros a realização do Diálogo Parlamentar em Defesa da Venezuela.

Ela participou de reunião do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com embaixadores de vários países europeus e latino-americanos a quem explicou que o evento atende a um pedido do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, deputado Julio Borges. 

O Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela será realizado no Plenário Ulysses Guimarães e contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

“Nós sofremos diariamente com a crise na Venezuela e precisamos fortalecer o apoio internacional para que o país reencontre um caminho democrático, para que sejam realizadas eleições e para que haja a abertura, por parte do governo, de um corredor humanitário para atender aos milhões de venezuelanos que estão morrendo de fome”, explicou Bruna Furlan. 

O evento será concluído com a assinatura da Carta de Brasília, compromisso que será assumido por todos os países representados em relação à crise venezuelana, principalmente quanto à retomada da ordem democrática. 

Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada à Venezuela, regressará ao Brasil, trazida por jornalista e escritor venezuelano.

Foto: em Los Teques, jovem venezuelana mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. 

Regressa ao Brasil, no dia 22 de maio, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, trazida pelo jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”. A bandeira foi enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão, desde Jequié na Bahia, por correio postal, em novembro de 2015, como parte do projeto de documentário e ativismo humanitário, denominado, Missão Ushuaia, Venezuela (www.MissaoUshuaia.org). 

Venezuelanos anônimos e lideranças populares já assinaram na bandeira, como Lilian Tintori, mulher do preso político Leopoldo López, encarcerado (2014) na prisão de Ramo Verde.

Tintori é símbolo do ativismo em defesa da democracia e dos direitos humanos na Venezuela. Foto: Carlos Javier MissaoUshuaia.org

Em Los Teques, capital do estado de Miranda, cidade bastante conhecida no país vizinho pela resistência ao chavismo, jovens mancharam a bandeira com as mãos pintadas de vermelho em memória aos venezuelanos que morreram ou foram vitimas de violência por protestar contra o governo de Nicolás Maduro. 

Javier, Galvão e o fotógrafo paraibano Arlen Cezar, participarão no dia 23 de maio, em Brasília (DF), com o apoio da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), do Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento realizado pela Câmara dos Deputados, que contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

No dia 26 de maio a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, regressa novamente para a Venezuela com Javier, para coleta de mais assinaturas. 

Sem data ainda definida, Dado Galvão e Arlen, irão viajar para a Venezuela, onde pretendem documentar o cotidiano de jovens venezuelanos e a peregrinação de Javier com a bandeira. 

Em dezembro de 2016, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, oficializaram a suspensão da Venezuela do MERCOSUL, após o país não cumprir as obrigações assumidas quando se incorporou ao bloco, como o Protocolo de Uchuaia, que defende a plena vigência das instituições como condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os estados partes do referido protocolo.
ASSISTA AO VÍDEO


FOTOS (LOS TEQUES - VENEZUELA 15/05/2017)





Carlos Javier (jornalista e escritor venezuelano)


A noção petista de democracia. Petistas consideram o governo do presidente Michel Temer uma "ditadura", mas são capazes de defender a ditadura - sem aspas - de Nicolás Maduro na Venezuela


Para os petistas, o Brasil vive hoje em pleno estado de exceção. Não há dúvida, segundo a versão petista dos fatos, de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe” que a tirou da Presidência da República. Também não há dúvida, para essa turma, de que o grande líder petista, Lula da Silva, é um perseguido político e corre o risco de ser condenado à prisão pelo “crime” de ter governado “para os pobres”. Não faltam nem os que consideram o governo do presidente Michel Temer uma “ditadura”.

Enquanto isso, esses mesmos petistas são capazes de defender a ditadura – sem aspas – de Nicolás Maduro na Venezuela. A embaixada venezuelana no Brasil divulgou recentemente uma série de vídeos em seu canal no YouTube nos quais três deputados do PT manifestam apoio a Maduro no momento em que este reprime violentamente manifestações de oposição ao regime bolivariano – mais de 20 pessoas já foram mortas.

Um dos deputados é Paulo Pimenta (RS), que, em sua página no Facebook, já se referiu ao governo Temer como “ditadura”. No vídeo, o parlamentar diz: “Estamos juntos com o povo da Venezuela. A luta pela sua soberania, pelo direito de escolher e construir o seu futuro... Resistam contra o avanço da direita fascista! Vamos às ruas em defesa do projeto da revolução bolivariana! Contem conosco, estamos juntos nessa luta”.

Outro que aparece para prestar “a mais alta solidariedade ao povo da Venezuela e ao governo popular da Venezuela de Maduro” é o deputado petista João Daniel (SE). Segundo ele, “há um terrorismo na América Latina, financiado pelo imperialismo, para derrubar os governos populares”. Foi o que aconteceu também no Brasil, de acordo com o parlamentar. Por esse motivo, acrescentou, “a luta em defesa do governo da Venezuela pertence a todo o povo latino-americano”.

Por fim, o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini – que no dia do impeachment de Dilma Rousseff, há um ano, pediu a mobilização dos brasileiros contra a tentativa de “implantar uma ditadura civil” no País –, gravou mensagem em que diz que o “governo popular” de Maduro é vítima de “uma estratégia de desestabilização”. Segundo Zarattini, o desabastecimento, a inflação e a profunda crise social que afetam a Venezuela, causando até mesmo fome, são provocados pelas “forças reacionárias”, cujo objetivo seria “instalar o caos para que, a partir disso, o povo clame por uma solução de força”. Por esse motivo, disse o deputado, “o povo venezuelano está certo em lutar fortemente para defender o que é seu e o seu governo”.

Nem se deve perder tempo tentando argumentar contra tão rematados despautérios, inspirados no despudor de Lula da Silva, que um dia declarou que a Venezuela chavista tem “excesso de democracia”. Mas é particularmente grave que detentores de mandato parlamentar no Brasil, que se dizem defensores da democracia, venham a público manifestar solidariedade ao governo de um país vizinho que está claramente violando os mais básicos direitos dos cidadãos.

Depois de ter arruinado economicamente a Venezuela, Nicolás Maduro hoje nada faz a não ser estimular um confronto civil no seu país. Não contente em reprimir protestos e prender centenas de opositores, anunciou que pretende armar milhares de milicianos para “defender a soberania nacional” contra o “imperialismo” – que, como sempre, está por trás de tudo. Aproxima-se rapidamente de um ponto do qual dificilmente se retorna sem um banho de sangue, razão pela qual qualquer apoio a Maduro, hoje, é irresponsável.

Nos tempos da diplomacia lulopetista, ditadores como Maduro eram tratados como queridos companheiros, pela simples razão de que se opunham aos Estados Unidos. Essa atitude típica de grêmio estudantil felizmente foi abandonada no Brasil e na Argentina, deixando Maduro mais isolado do que nunca, salvo apenas pelo apoio dos que, como os solidários deputados petistas, consideram que democracia e direitos humanos são conceitos válidos somente para quem é da patota. (Editorial Estadão) 

Assista

Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados).


Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados). Solicitação de audiência pública na CREDN: repressão na Venezuela, violação de direitos básicos, juventude, cárcere.

Bruna Furlan defende ajuda humanitária para venezuelanos em reunião com Secretário-Geral da OEA

Secretario-Geral da OEA

Brasília – Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) defendeu uma maior articulação internacional para que a ajuda humanitária destinada aos venezuelanos possa chegar àquele país e às pessoas.

Em reunião com o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, ela também explicou a situação dramática em que vivem milhares de venezuelanos que fogem todos os dias do país com destino à Boa Vista e Pacaraima, em Roraima.

“Para além das questões políticas, os venezuelanos estão sendo punidos pelo seu governo e ficam sem remédios e sem alimentos básicos. Os organismos regionais e os governos precisam atuar de forma coordenada para forçar que o regime venezuelano aceite toda a ajuda de caráter humanitário”, explicou.

Na sua avaliação, “a situação dos venezuelanos em Roraima é dramática e o estado não tem condições de, sozinho, oferecer condições dignas para essas pessoas. Ninguém foge do seu país se não é obrigado a fazê-lo”, assinalou a deputada.

Ela também se mostrou contrária a qualquer iniciativa que implique no fechamento das fronteiras com aquele país. “Nós precisamos encontrar alternativas que permitam ajudar os venezuelanos na Venezuela. Lamentavelmente, o governo impede todas as ações neste sentido, inclusive aquelas oriundas de entidades vinculadas a igrejas e até mesmo do Vaticano”, afirmou.

Luis Almagro agradeceu o apoio do Brasil às iniciativas da OEA de implementar medidas que cobrem a plena restauração da ordem democrática na Venezuela. Na sua opinião, “uma ditadura só cai quando há pressão interna, mas a pressão internacional é um elemento a mais e fundamental neste processo”.

O Secretário-Geral da OEA também se disse preocupado com a situação dos refugiados venezuelanos e informou que nos últimos anos, mas de três milhões de pessoas abandonaram o país por conta das crises política e econômica.

Venezuela: Secretario General de la OEA denuncia auto golpe de Estado


El Secretario General de la Organización de los Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, denuncia el auto-golpe de Estado perpetrado por el régimen venezolano contra la Asamblea Nacional, último poder del Estado legitimado por el voto popular.

"Aquello que hemos advertido lamentablemente se ha concretado", sentenció el Secretario General.

El Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) ha dictado dos decisiones por las que despoja de sus inmunidades parlamentarias a los diputados de la Asamblea Nacional y, contrariando toda disposición constitucional, se atribuye las funciones de dicho Poder del Estado, en un procedimiento que no conoce de ninguna de las más elementales garantías de un debido proceso.

Por la primera de ellas, del 27 de marzo de 2017, el TSJ declara la inconstitucionalidad de acuerdos legislativos calificando como actos de traición a la patria el respaldo a la Carta Democrática Interamericana, instrumento jurídico al cual Venezuela ha dado su voto al tiempo de aprobarlo y fue el primer país en solicitar su aplicación en el año 2002.

Por el segundo fallo, del 29 de marzo, este tribunal declara la “situación de desacato y de invalidez de las actuaciones de la Asamblea Nacional”, en forma que no conoce respaldo constitucional ni en las atribuciones de la Asamblea (art.187 de la Constitución), ni mucho menos en la de la Sala Constitucional del TSJ (art.336 de la Constitución) y que viola la separación de poderes que la propia Constitución exige sea respetada por todos los jueces los que deben “asegurar su integridad” (art.334).

Las normas internacionales regionales y universales a las que Venezuela soberanamente ha adherido, y que por ello la obligan a su cumplimiento, reafirman el respeto a la separación de poderes como garantía ineludible para la protección de los derechos de los ciudadanos y la defensa del sistema democrático y del estado de derecho. 

Las dos sentencias del TSJ de despojar de las inmunidades parlamentarias a los diputados de la Asamblea Nacional y de asumir el Poder Legislativo en forma completamente inconstitucional son los últimos golpes con que el régimen subvierte el orden constitucional del país y termina con la democracia.

La decisión del TSJ expresa en su numeral 4.4: "Se advierte que mientras persista la situación de desacato y de invalidez de las actuaciones de la Asamblea Nacional, esta Sala Constitucional garantizará que las competencias parlamentarias sean ejercidas directamente por esta Sala o por el órgano que ella disponga, para velar por el Estado de Derecho".

Asumir la restauración de la democracia es tarea de todos. Hoy es hora de trabajar unidos en el hemisferio para recuperar la democracia en Venezuela, con cuyo pueblo todos tenemos deudas que nos obligan a actuar sin dilaciones. Callar ante una dictadura es la indignidad más baja en la política.

“La cuestión es sólo entre la libertad y el despotismo", nuestros opresores, y son nuestros opresores porque la libertad de los pueblos es la esencia misma de nuestra libertad, sólo por serlo forman el objeto de nuestra lucha.

El Secretario General de la OEA dijo que es urgente la convocatoria de un Consejo Permanente en el marco del artículo 20 de la Carta Democrática y constató que se ha llegado a este punto a pesar de las advertencias formuladas en los informes del 30 de mayo de 2016 y 14 de marzo de 2017. 

El líder de la OEA recordó el carácter preventivo que tiene la Carta Democrática Interamericana, que debió haber sido accionada con rigurosidad para no lamentar otro golpe de Estado en el hemisferio.

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia poderá receber escritor venezuelano para participar de audiência pública.

O jornalista venezuelano Carlos Javier transformou a bandeira do Mercosul enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão em documento de protesto. 

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (CDHSP) poderá receber o escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”, para participar de audiência pública. 

A proposta é do deputado estadual Euclides Fernandes (PSL/BA), atendendo ao pedido do documentarista baiano Dado Galvão, que trabalha na produção do documentário de ativismo humanitário Missão Ushuaia, Venezuela.

Segundo informações publicadas no diário oficial da ALBA, do dia 15 de março, “na oportunidade, o deputado Euclides Fernandes levou para apreciação do colegiado a proposta de uma audiência pública com o jornalista e escritor venezuelano, Carlos Javier, para discutir o atual momento político da Venezuela e os índices de violência que afeta principalmente os jovens. Sobre a temática, Marcelino Galo (PT/BA, presidente da comissão) destaca que por se tratar de uma questão internacional, levará o pedido do deputado ao setor jurídico da Casa, para em seguida colocar a proposta em votação entre os membros da comissão”.


O livro “Testemunhos da Repressão” foi tema de uma extensa reportagem do jornal O Globo, denominada “Nos Porões de Maduro”, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou (2015) requerimento para realização de audiência com o escritor, que foi um dos entrevistados do especial “Venezuela onde falta tudo” (2016), produzido pelo jornalista Léo Gerchmann, para o jornal Zero Hora.

Em maio de 2016, Javier recebeu uma bandeira do MERCOSUL, enviada via correio postal pelo documentarista Dado Galvão, a bandeira está servindo como uma espécie de abaixo-assinado revindicando democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela.

A Venezuela tem se destacado no noticiário brasileiro e internacional pela crise política e humanitária que enfrente, e pelos reflexos tão presentes ao norte da fronteira do Brasil, no estado de Roraima, circulação clandestina de dinheiro venezuelano, recrutamento de cidadãos venezuelanos para o transporte de armas, contrabandos e drogas, aumento no número de pedidos de refúgios. 

Segundo Fernandes, o requerimento deverá ser apreciado e votado na comissão (terça-feira 04 de abril).

Baixe grátis o livro "Testemunhos da Repressão", do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier.




Na Uniara FM, Dado Galvão fala sobre sua participação no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL.


Áudio da Entrevista de Dado Galvão na FM Uniara, emissora da (Universidade de Araraquara), sobre a participação da foto MERCOSUL GO, no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL, tema: Ciência, Tecnologia e Inovação para Alimentação, uma realização da RECYT (Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia no MERCOSUL). 

Reportagem: Vitor Franceschini/Uniara FM.

MERCOSUL GO: "uma ideia saudável que mexe com o Mercosul e com o Pokémon Go. Cineasta brasileiro Dado Galvão concorre a prêmio com imagem em Jequié (Bahia)"

Foto: MERCOSUL GO, DADO GALVÃO


Vejam só que sacada bacana do cineasta brasileiro Dado Galvão.


A imagem é do que ele define como "Mercosul Go" - e é uma bela ideia.

A foto faz alusão ao jogo eletrônico Pokémon Go, popular globalmente. Na perspectiva de uma câmera de Smartphone utilizando a tecnologia (Realidade Aumentada/Augmented Reality), aparecem bandeiras dos países membros e associados do Mercosul, bandeira do bloco, em uma banca de verduras/frutas, na Feira Livre da cidade de Jequié, Bahia, nordeste do Brasil. Smartphone é símbolo popular do acesso à tecnologia, muito acessível.

Quando conectado à internet é possível compartilhar conteúdos científicos, tecnológicos, cambiar experiências que podem causar inovações em defesa de uma alimentação saudável, segura e sustentável para os cidadãos do Mercosul.

Veja neste vídeo a explicação de Dado Galvão para a imagem, com a qual ele concorre no 1° Prêmio de Jornalismo Cientifico do Mercosul



Fonte: Léo Gerchmann, Zero Hora 


FOTO DE ALUNO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FOTOGRAFIA 
DA UNIARA CONCORRE A PRÊMIO INTERNACIONAL.

O aluno do curso de pós-graduação a distância em Fotografia da Universidade de Araraquara - Uniara, Claudio Galvão da Silva, conhecido como Dado Galvão, está concorrendo com a foto “Mercosul Go” ao “I Premio de Periodismo Científico del MERCOSUR”, que tem como tema “Ciência, Tecnologia e Inovação para Alimentação”. A premiação será realizada em novembro, na sede do Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología - CONACYT, em Assunção, no Paraguai.

Dado conta que seu registro faz alusão ao jogo eletrônico “Pokémon Go”, que se tornou popular mundialmente. “Na foto, vista sob a perspectiva de uma câmera de smartphone e utilizando a tecnologia ‘Realidade Aumentada’, aparecem bandeiras dos países membros e associados do Mercosul, e a bandeira do bloco, em uma banca de verduras/frutas, na Feira Livre da cidade de Jequié, na Bahia.

O smartphone é símbolo popular do acesso à tecnologia. Quando conectado à internet, é possível receber/compartilhar conteúdos científicos, tecnológicos, e cambiar experiências que podem causar inovações em defesa de uma alimentação saudável, segura e sustentável para os cidadãos do Mercosul”, explica.

“Mercosul Go” vai além de uma banca de feira, de acordo com o autor da fotografia. “Não são só detalhes de alimentação, comunicação, tecnologia e possibilidades, mas também diversidade, povos, cores e ideias integradas em um espaço comum”, ressalta.

Um vídeo com explicações mais detalhadas de sua obra está disponível para visualização no link https://goo.gl/BtGGy0.

Em sua visão, o Mercosul está muito presente na vida dos brasileiros, “de forma burocrática, com seu nome no novo passaporte, a presença da bandeira em órgãos federais, ações comerciais e alfandegárias, trânsito de pessoas etc”. “Mas é preciso que seus ideais de espaço comum, integração e cidadania estejam mais presentes na imprensa nacional, nas escolas e universidades, na cultura, no debate político e na inclusão social. Conhecemos e dialogamos muito pouco sobre os países que compõem o Mercosul, apesar dos seus 25 anos de existência”, avalia.

Ações como a criação do “I Premio de Periodismo Científico del MERCOSUR” são importantes no campo científico e tecnológico, na opinião de Dado, “e mais ainda, quando se fala do exercício do espaço comum e da cidadania Mercosul”.

O evento é uma realização da Reunión Especializada de Ciencia y Tecnologia del Mercosur - RECyT, organizado pelo CONACYT, com apoio da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization - UNESCO. Os três primeiros colocados de cada categoria e modalidade receberão uma placa e reconhecimento da RECyT. Outras informações sobre o Prêmio podem ser obtidas no link www.conacyt.gov.py/premio-de-periodismo-cientifico.

Em junho, Dado teve seu vídeo “Ninguém Fica de Fora” (https://goo.gl/a3pfU0) premiado no “Festival do Minuto – Refugiados”, pela Agência da Organização das Nações Unidas - ONU para Refugiados – ACNUR.

Para conhecer mais sobre o curso de pós-graduação a distância em Fotografia da Uniara, acesse o endereço www.uniara.com.br ou ligue para o 0800 55 65 88.

Venezuela não assumirá presidência do Mercosul, decidem chanceleres da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.




Os chanceleres do Brasil, da Argentina, do Paraguai e do Uruguai decidiram hoje (13) que a Venezuela não assumirá a presidência rotativa do Mercosul como estava previsto no cronograma do bloco. 

Em nota, o Ministério de Relações Exteriores do Brasil explicou que os ministros dos quatro países fundadores do Mercosul decidiram mudar a regra do bloco porque a Venezuela descumpriu compromissos assumidos no Protocolo de Adesão ao Mercosul, assinado em Caracas em 2006. A decisão consta da Declaração Relativa ao Funcionamento do Mercosul e no Protocolo de Adesão da República Bolivariana da Venezuela, aprovados hoje. 

“O prazo para que a Venezuela cumprisse com essa obrigação encerrou-se em 12 de agosto de 2016 e entre os importantes acordos e normas que não foram incorporados ao ordenamento jurídico venezuelano estão o Acordo de Complementação Econômica nº 18, o Protocolo de Assunção sobre Compromisso com a Promoção e Proteção dos Direitos Humanos do Mercosul e o Acordo sobre Residência para Nacionais dos Estados Partes do Mercosul”, diz nota divulga pelo Itamaraty e assinada pelo ministro José Serra. 

Com a medida, nos próximos seis meses a presidência do bloco será exercida conjuntamente por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Os países poderão definir “cursos de ação e adotar as decisões necessárias em matéria econômico-comercial e em outros temas essenciais para o funcionamento do Mercosul”. Os quatro países também poderão decidir sobre negociações comerciais com outros países ou blocos de países. 

“A declaração foi adotada no espírito de preservação e fortalecimento do Mercosul, de modo a assegurar que não haja solução de continuidade no funcionamento dos órgãos e mecanismos de integração, cooperação e coordenação do bloco”, diz trecho da nota. 

Conforme o documento assinado hoje por Brasil, Argentina Uruguai e Paraguai, caso a Venezuela “persista no descumprindo de obrigações”, o país poderá ser suspenso do bloco a partir de 1º de dezembro de 2016. 

1 milhão de pessoas nas ruas de Caracas e a bandeira/abaixo-assinado do MERCOSUL.



Venezuelanos marcham em Caracas para exigir o referendo revogatório 
contra o presidente Nicolás Maduro, no dia 1º de setembro de 2016 - AFP

"La gran "Toma de Caracas" aglutinó más de 1millón de venezolanos, según medios de comunicación nacionales e internacionales, convirtiéndose en la manifestación popular más grande de la historia del país. 

Gente de todas las regiones se dirigió a la capital con el objetivo de exigir en primer término un cronograma electoral que garantice la realización del Referéndum Revocatorio Presidencial este año 2016, tal como lo señala la Constitución Bolivariana, pero también en rechazo al hambre, escasez de medicamentos, inflación, inseguridad, desempleo, alto costo de la vida, entre otros ámbitos destruidos en la Venezuela actual que no permiten ni un futuro de progreso para los jóvenes, ni un presente de bienestar para nadie. 


Carlos Javier, 1 Milhão nas ruas de Caracas e a 
bandeira/abaixo-assinado do MERCOSUL 

En tal escenario, el periodista, autor del libro "Testimonios de la represión", Carlos Javier Arencibia, llevó a las calles capitalistas la bandera del Mercosur que le fue enviada desde Brasil para realizar una cruzada que busca la solidaridad de los países miembros con el pueblo venezolano, pues el régimen de Nicolás Maduro viola de manera sistemática el Protocolo de Ushuaia, referente al respeto del Estado de Derecho en las repúblicas firmantes


Este símbolo ha sido firmado por víctimas de la represión madurista, y personalidades influyentes de la política local como Lilian Tintori, esposa de Leopoldo López, María Corina Machado, Freddy Guevara y otros 15 diputados a la Asamblea Nacional. 

Blanca Rosa Mármol, magistrada emérita do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, deixa mensagem na Bandeira/Abaixo-Assinado do MERCOSUL.


La magistrada emérita del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) de Venezuela, Blanca Rosa Mármol de León, envío un mensaje al Mercosur a través de la bandera que el periodista Carlos Javier Arencibia lleva en cruzada para recoger denuncias sobre violaciones de Derechos Humanos, lo que significa violación del Protocolo de Ushuaia. 

"Venezuela incumple los postulados que suscribió en Ushuaia y al momento de su incorporación, por lo cual pedimos la solidaridad de los pueblos hermanos de Brasil, Argentina, Uruguay, y Paraguay, para que ejerzan acciones solidarias con nuestro país. Les hablo desde una nación de represión, desde una nación de persecución", aseguro al momento de estampar la rubrica. 

Destacó el esfuerzo realizado por Arencibia en la denuncia de violaciones de DDHH, sobre todo a traves de su libro Testimonios de la Represión, por lo que sostiene que sería de gran valor su presencia en el Senado de Brasil para que ese pueblo conozca lo sucedido en Venezuela, lo cual se encuentra aprobado por la Comisión de Relaciones Exteriores, según requerimiento 67/2015, pero que espera concretarse a la brevedad. 

Mármol León, es una importante figura del Derecho, quien se encuentra en pleno movimiento asambleístico para propulsar una Asamblea Nacional Constituyente, pues a su juicio es necesaria una restructuración completa del Estado para que puedan darse los cambios que la Patria necesita. 



Uma bandeira e um ideal contra a ditadura bolivariana – Missão Ushuaia Venezuela


O documentarista brasileiro Dado Galvão, conhecido por trabalhos cinematográficos em defesa da democracia realizados em diversos países da América Latina, como Missão Bolívia, Conexão Cuba Honduras, e Ninguém Fica de Fora, teve a iniciativa de promover uma espécie de “abaixo-assinado” simbólico em defesa dos pilares fundamentais da democracia na América Latina. Dado enviou ao escritor venezuelano Carlos Javier Arencibia, autor de “Nos Porões de Maduro” (livro em que relata abusos e torturas sofridas por estudantes contrários ao regime chavista nas prisões venezuelanas) uma bandeira do “Mercosul” como suporte pára manifestações políticas em prol da democratização e cidadania. Carlos Javier pretende vir ao Brasil para participar de uma audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, apresentar denúncias de violações dos direitos humanos em território venezuelano e entregar a bandeira para autoridades brasileiras. Mais detalhes em: www.MissaoUshuaia.org


Reitor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB) da Venezuela, deixa mensagem escrita na bandeira do MERCOSUL

O reitor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB) da Venezuela, Padre José Virtuoso, assinou (domingo, 31/7) e escreveu uma mensagem na bandeira do MERCOSUL, fazendo um apelo, “pela união dos povos em defesa da democracia e promoção do bem comum”.

A bandeira enviada pelo correio postal pelo documentarista brasileiro Dado Galvão, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela, está sendo levada aos quatro cantos do território venezuelano pelo escritor Carlos Javier. 

Javier pretende vir ao Brasil, para participar de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, (data a ser definida), onde entregar a bandeira para autoridades brasileiras, a bandeira do MERCOSUL está se transformando em símbolo/grande abaixo-assinado em defesa da democracia e dos direitos humanos na Venezuela.



ABAIXO-ASSINADO EM FORMA DE BANDEIRA: CIDADANIA MERCOSUL.



A deputada do estado venezuelano do Amazonas, (Nirma Guarulla) assinou a bandeira do MERCOSUL, conduzida pelo jornalista e escritor Carlos Javier Arencibia na Venezuela, como parte das ações de Missão Ushuaia, Venezuela e como símbolo de protesto contra violações de Direitos Humanos, cometidas pelo governo de Nicolás Maduro. 

"Ya son 195 días desde que el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), al servicio del Gobierno, desconoció su investidura y dio un duro golpe a quienes la eligieron a ella y dos legisladores más, dejando a esta entidad federal sin representación en el parlamento.

Se espera que la próxima semana sean reincorporados a los curules que legalmente les corresponden. Sin embargo, ya el daño está hecho y debemos hacer el esfuerzo para que se conozca.

Son muchas las arbitrariedades cometidas a diario por el Estado venezolano, y eso es un ataque a nuestra memoria para convertir lo irregular en cotidiano. No podemos permitirlo. Hasta lo más mínimo debe registrarse. El futuro y la Historia que construimos harán que paguen proporcionalmente a su injusticia". (Carlos Javier)


O QUE VIMOS EM CARACAS: UMA BANDEIRA COMO ABAIXO-ASSINADO


O jornalista venezuelano Carlos Javier Arencibia transformou a bandeira 
do Mercosul em documento de protesto Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Uma reportagem especial no caderno DOC e um especial digital apresentam neste sábado o que ZH constatou em quatro dias que esteve em Caracas, capital da Venezuela. O repórter de Zero Hora Léo Gerchmann e o fotojornalista Félix Zucco viajaram acompanharam a crise política, econômica e social que se agrava a cada dia no país.

O cenário sobre a conturbada Venezuela inclui filas para conseguir produtos básicos, como água, farinha e papel higiênico, além de criminalidade e repressão policial. Léo é um repórter especializado em América latina, foi correspondente em Buenos Aires pelo jornal Folha de S.Paulo e atua como repórter internacional de ZH desde 2008. Em ZH, assina colunas onde publica notícias sobre a região.

— Desde 2010, é a quarta vez que vou à Venezuela. Acompanhei uma degradação violenta. Usei a palavra “caos” no início da reportagem, porque é a mais apropriada. O repórter mantém a visão distante para descrever os fatos, mas há momentos de muita tristeza. É impossível ser indiferente — conta Léo.

Em meio a toda essa aridez política, o escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier Arencibia, 25 anos, tem percorrido Caracas com uma bandeira do Mercosul. Dirigindo um Renault Clio por todos os cantos, Arencibia, ex-líder estudantil, se diz um esquerdista que defende o choque capitalista no seu país para então dar vazão a políticas assistenciais, no antigo método de fazer o bolo crescer para depois dividi-lo. A bandeira lhe foi enviada em 30 de novembro do ano passado pelo documentarista brasileiro Dado Galvão - o mesmo que trouxe a dissidente moderada cubana Yoani Sánchez ao Brasil quando o governo de Raúl Castro dava os primeiros sinais de abertura. Nas palavras de Arencibia, a bandeira é "objeto de uma campanha pela cidadania e pela democratização venezuelana". Em resumo, é um gigantesco abaixo-assinado.

Autor do livro Testemunhos da repressão, Arencibia pretende levar a bandeira pelo território venezuelano. As pessoas poderão assinar e escrever nela mensagens com suas inquietações. O jornalista trabalha, na peregrinação, com a estudante Sairam Rivas, que ficou 155 dias presa em 2014 por "questões de consciência". 

No seu livro, Arencibia detalha a violência policial e militar exercida pelo governo de Maduro em 2014. Naquele ano, o chavismo prendeu 3.765 pessoas, conforme dados da ONG Foro Penal. O jornalista entrevistou 16 jovens detidos durante a onda de protestos contra Maduro. Todos relatam a violência de agentes da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin). 

Betania Farrera, uma das estudantes que depuseram para Arencibia, diz: 

– Meteram-me presa para me provocar medo. No fim, o que conseguiram foi me fortalecer. Aspiro a um país sem delinquência, onde se possa transitar tranquilo a qualquer hora, por qualquer parte. Quero levar meus sobrinhos para o parque à noite, quero que não faltem medicamentos, que tenhamos hospitais públicos adequados e comida sem precisar fazer fila, um país sem divisões. (Léo Gerchmann - Zero Hora)

Exercício da cidadania MERCOSUL na Venezuela.


Deputados da Venezuela (Luis Florido e Juan Guiado) assinaram na bandeira do MERCOSUL, que está em território venezuelano sendo conduzida pelo escritor e jornalista Carlos Javier como parte das ações de Missão Ushuaia, Venezuela no exercício da cidadania MERCOSUL.