"A Democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional".

Blanca Rosa Mármol, magistrada emérita do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, deixa mensagem na Bandeira/Abaixo-Assinado do MERCOSUL.


La magistrada emérita del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) de Venezuela, Blanca Rosa Mármol de León, envío un mensaje al Mercosur a través de la bandera que el periodista Carlos Javier Arencibia lleva en cruzada para recoger denuncias sobre violaciones de Derechos Humanos, lo que significa violación del Protocolo de Ushuaia. 

"Venezuela incumple los postulados que suscribió en Ushuaia y al momento de su incorporación, por lo cual pedimos la solidaridad de los pueblos hermanos de Brasil, Argentina, Uruguay, y Paraguay, para que ejerzan acciones solidarias con nuestro país. Les hablo desde una nación de represión, desde una nación de persecución", aseguro al momento de estampar la rubrica. 

Destacó el esfuerzo realizado por Arencibia en la denuncia de violaciones de DDHH, sobre todo a traves de su libro Testimonios de la Represión, por lo que sostiene que sería de gran valor su presencia en el Senado de Brasil para que ese pueblo conozca lo sucedido en Venezuela, lo cual se encuentra aprobado por la Comisión de Relaciones Exteriores, según requerimiento 67/2015, pero que espera concretarse a la brevedad. 

Mármol León, es una importante figura del Derecho, quien se encuentra en pleno movimiento asambleístico para propulsar una Asamblea Nacional Constituyente, pues a su juicio es necesaria una restructuración completa del Estado para que puedan darse los cambios que la Patria necesita. 



Uma bandeira e um ideal contra a ditadura bolivariana – Missão Ushuaia Venezuela


O documentarista brasileiro Dado Galvão, conhecido por trabalhos cinematográficos em defesa da democracia realizados em diversos países da América Latina, como Missão Bolívia, Conexão Cuba Honduras, e Ninguém Fica de Fora, teve a iniciativa de promover uma espécie de “abaixo-assinado” simbólico em defesa dos pilares fundamentais da democracia na América Latina. Dado enviou ao escritor venezuelano Carlos Javier Arencibia, autor de “Nos Porões de Maduro” (livro em que relata abusos e torturas sofridas por estudantes contrários ao regime chavista nas prisões venezuelanas) uma bandeira do “Mercosul” como suporte pára manifestações políticas em prol da democratização e cidadania. Carlos Javier pretende vir ao Brasil para participar de uma audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, apresentar denúncias de violações dos direitos humanos em território venezuelano e entregar a bandeira para autoridades brasileiras. Mais detalhes em: www.MissaoUshuaia.org


Reitor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB) da Venezuela, deixa mensagem escrita na bandeira do MERCOSUL

O reitor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB) da Venezuela, Padre José Virtuoso, assinou (domingo, 31/7) e escreveu uma mensagem na bandeira do MERCOSUL, fazendo um apelo, “pela união dos povos em defesa da democracia e promoção do bem comum”.

A bandeira enviada pelo correio postal pelo documentarista brasileiro Dado Galvão, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela, está sendo levada aos quatro cantos do território venezuelano pelo escritor Carlos Javier. 

Javier pretende vir ao Brasil, para participar de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, (data a ser definida), onde entregar a bandeira para autoridades brasileiras, a bandeira do MERCOSUL está se transformando em símbolo/grande abaixo-assinado em defesa da democracia e dos direitos humanos na Venezuela.



ABAIXO-ASSINADO EM FORMA DE BANDEIRA: CIDADANIA MERCOSUL.



A deputada do estado venezuelano do Amazonas, (Nirma Guarulla) assinou a bandeira do MERCOSUL, conduzida pelo jornalista e escritor Carlos Javier Arencibia na Venezuela, como parte das ações de Missão Ushuaia, Venezuela e como símbolo de protesto contra violações de Direitos Humanos, cometidas pelo governo de Nicolás Maduro. 

"Ya son 195 días desde que el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), al servicio del Gobierno, desconoció su investidura y dio un duro golpe a quienes la eligieron a ella y dos legisladores más, dejando a esta entidad federal sin representación en el parlamento.

Se espera que la próxima semana sean reincorporados a los curules que legalmente les corresponden. Sin embargo, ya el daño está hecho y debemos hacer el esfuerzo para que se conozca.

Son muchas las arbitrariedades cometidas a diario por el Estado venezolano, y eso es un ataque a nuestra memoria para convertir lo irregular en cotidiano. No podemos permitirlo. Hasta lo más mínimo debe registrarse. El futuro y la Historia que construimos harán que paguen proporcionalmente a su injusticia". (Carlos Javier)


O QUE VIMOS EM CARACAS: UMA BANDEIRA COMO ABAIXO-ASSINADO


O jornalista venezuelano Carlos Javier Arencibia transformou a bandeira 
do Mercosul em documento de protesto Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Uma reportagem especial no caderno DOC e um especial digital apresentam neste sábado o que ZH constatou em quatro dias que esteve em Caracas, capital da Venezuela. O repórter de Zero Hora Léo Gerchmann e o fotojornalista Félix Zucco viajaram acompanharam a crise política, econômica e social que se agrava a cada dia no país.

O cenário sobre a conturbada Venezuela inclui filas para conseguir produtos básicos, como água, farinha e papel higiênico, além de criminalidade e repressão policial. Léo é um repórter especializado em América latina, foi correspondente em Buenos Aires pelo jornal Folha de S.Paulo e atua como repórter internacional de ZH desde 2008. Em ZH, assina colunas onde publica notícias sobre a região.

— Desde 2010, é a quarta vez que vou à Venezuela. Acompanhei uma degradação violenta. Usei a palavra “caos” no início da reportagem, porque é a mais apropriada. O repórter mantém a visão distante para descrever os fatos, mas há momentos de muita tristeza. É impossível ser indiferente — conta Léo.

Em meio a toda essa aridez política, o escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier Arencibia, 25 anos, tem percorrido Caracas com uma bandeira do Mercosul. Dirigindo um Renault Clio por todos os cantos, Arencibia, ex-líder estudantil, se diz um esquerdista que defende o choque capitalista no seu país para então dar vazão a políticas assistenciais, no antigo método de fazer o bolo crescer para depois dividi-lo. A bandeira lhe foi enviada em 30 de novembro do ano passado pelo documentarista brasileiro Dado Galvão - o mesmo que trouxe a dissidente moderada cubana Yoani Sánchez ao Brasil quando o governo de Raúl Castro dava os primeiros sinais de abertura. Nas palavras de Arencibia, a bandeira é "objeto de uma campanha pela cidadania e pela democratização venezuelana". Em resumo, é um gigantesco abaixo-assinado.

Autor do livro Testemunhos da repressão, Arencibia pretende levar a bandeira pelo território venezuelano. As pessoas poderão assinar e escrever nela mensagens com suas inquietações. O jornalista trabalha, na peregrinação, com a estudante Sairam Rivas, que ficou 155 dias presa em 2014 por "questões de consciência". 

No seu livro, Arencibia detalha a violência policial e militar exercida pelo governo de Maduro em 2014. Naquele ano, o chavismo prendeu 3.765 pessoas, conforme dados da ONG Foro Penal. O jornalista entrevistou 16 jovens detidos durante a onda de protestos contra Maduro. Todos relatam a violência de agentes da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin). 

Betania Farrera, uma das estudantes que depuseram para Arencibia, diz: 

– Meteram-me presa para me provocar medo. No fim, o que conseguiram foi me fortalecer. Aspiro a um país sem delinquência, onde se possa transitar tranquilo a qualquer hora, por qualquer parte. Quero levar meus sobrinhos para o parque à noite, quero que não faltem medicamentos, que tenhamos hospitais públicos adequados e comida sem precisar fazer fila, um país sem divisões. (Léo Gerchmann - Zero Hora)

Exercício da cidadania MERCOSUL na Venezuela.


Deputados da Venezuela (Luis Florido e Juan Guiado) assinaram na bandeira do MERCOSUL, que está em território venezuelano sendo conduzida pelo escritor e jornalista Carlos Javier como parte das ações de Missão Ushuaia, Venezuela no exercício da cidadania MERCOSUL.

Uma parte de medicamentos para crianças com leucemia custam 915 salários mínimos na Venezuela. Como uma enfermidade consegue se converter em uma sentença de morte na Venezuela?


Abaixo, leia o relato enviado pelo escritor e jornalista venezuelano 
Carlos Javier. (do direita na foto)

"I.-

Hace un par de meses visité el Hospital Universitario de Caracas. Es un depósito de personas. Sin embargo, no escribí al respecto porque no tuve oportunidad de interactuar con la gente, de saber historias, de sensibilizarme tanto como para lograr sensibilizar a otros.

No puedo negar que pese a ser de corazón blando (un llorón a tiempo completo), hay tragedias que se han vuelto cotidianas en medio de la miseria nacional. Será un grave error si los problemas, transitorios como en toda crisis, nos hacen endurecernos más de la cuenta.

Es por eso que me empeñé en buscar una nueva historia, significativa, capaz de representar a la mayor cantidad de personas en similar situación, y lo hice en una clínica para simbolizar que la crisis no distingue ningún tipo de caracterización social. 

II.- 

Es así como di con María Valentina Ortuño (11), Michel Andrade (4), y Uziel Matos (2), quienes en vez de converger en la escuela o en un parque de juegos, lo hacen en la sala de oncología de una clínica caraqueña donde se tratan la leucemia linfoblastica aguda que padecen. 

Esta patología tiene una probabilidad de curación del 80% con un tratamiento adecuado de mínimo 3 meses con medicamentos de alto impacto, cuya calidad debe ser óptima. En un país “normal”, como define la doctora tratante, esto no sería un problema. Sin embargo, la Asparaginasa, ampollas de fabricación alemana para la quimioterapia, no se importan desde hace más de un año, lo que obliga a familiares depender de donaciones para traerlas desde Colombia. 

Cada ampolla cuesta 153 dólares y el tratamiento completo son 30 semanas con 3 imposiciones cada 7 días, es decir 90 ampolletas. Esto se traduce en un costo de 13mil 770 dólares que deben costear a precios del mercado negro. Se necesitan 915 salarios mínimos para salvar la vida de cada uno de estos niños (76 años de trabajo). 

Otras medicinas alternas, como el Onicit que es para detener las náuseas consecuentes la quimio, son entregadas por el Seguro Social. “Tenemos una cuota mensual que no es suficiente. Nos dan dos dosis mensuales y uno no sabe cuánto necesitará la niña”, explicó Yelis Pacheco, madre de Michel, quien se trasladó de La Victoria, estado Aragua, porque asegura que en el interior del país es aún más difícil librar esta batalla. 

III.- 

La hematóloga encargada de tratar a estos tres infantes, quien prefirió el anonimato por temor a represalias, asegura que la quimioterapia importada por el Estado venezolano “es de calidad cuestionable”, por lo que “posiblemente” sea causante de algunos fallecimientos. 

“Estos medicamentos traídos de la India, China y algunas países suramericanos no podemos calificarlos como malos, pero no son estudiados a los niveles óptimos farmacológicos y ese es un riesgo que no se debe correr”, dijo. 

La galeno resolvió ante este tipo de problemas dejar el país. Aunque no quiere dejar desvalidos a sus pacientes, tampoco es demasiado lo que puede hacer por ellos sin el equipo y los insumos necesarios. “¿Cómo trabajamos para salvar vidas y brindar una buena atención?”, cuestionó. 

IV.- 

Pese a estar en una clínica, ninguna de las familias tienen recursos para mantenerse allí por mucho tiempo. Una vez los seguros se consuman, deberán irse a nosocomios públicos, donde el ahorro en cama y nutrición se solapan en la calamidad de la mala infraestructura, el hacinamiento, entre otras dificultades. 

Es por ello que a través de las redes sociales reciben donativos, sobre todo de compatriotas fuera del país. Además, se valen de páginas como GoFundMe, donde se puede aportar en moneda estadounidense desde cualquier parte del mundo".

Carlos Javier (jornalista/escritor) e Maria Corina (ex-deputada) aos senadores Alvaro Dias e Aloysio Nunes.

Os e venezuelanos e cidadãos do MERCOSUL, Carlos Javier (jornalista/escritor) e Maria Corina Machado (ex-deputada) enviaram apelos aos senadores brasileiros Alvaro Dias (PV) e Aloysio Nunes (presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado).

Vídeo e carta foram encaminhados aos respectivos senadores, através do documentarista Dado Galvão, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela. (Acesse Missão Ushuaia no Facebook)

Símbolo da repressão venezuelana assina superbandeira de protesto. Escritor Carlos Javier Arencibia percorre Venezuela levando a bandeira.


 Betania Farrera, sendo levada pela Policia Bolivariana em 2014, durante protestos de Rua.

“A repressão interna se agudiza. Às 4h da manhã põem pronunciamentos do defunto presidente Hugo Chávez a um volume altíssimo, tanto que chega a ser denunciado por vizinhos do presídio. As revistas pessoais se tornam constantes: três vezes ao dia. Desnudar-se e abrir as pernas é parte do cotidiano. Betania pede permissão para ir ao banheiro, mas não deixam e ela urina. Como castigo, recebe pancadas em todo o corpo com um porrete forrado de borracha para evitar hematomas. (Nos Porões de Maduro, Janaína Figueiredo - O Globo, reportagem sobre o livro de Carlos Javier, Testemunhos da Repressão)

Betania durante protestos em 2014

Sabe aquela bandeira do Mercosul que foi enviada pelo documentarista brasileiro Dado Galvão para percorrer a Venezuela e colher um grande abaixo assinado contra o presidente Nicolás Maduro? Betania Farrera, vítima da repressão e presa durante 35 dias em 2014, a assinou. O escritor e jornalista caraquenho Carlos Javier Arencibia leva a bandeira para todos os cantos da Venezuela. As pessoas a assinarão e depois ela voltará ao Brasil como um emblema da luta contra o chavismo com seu autoritarismo, sua inflação estimada em 700% e o desabastecimento do país.



8 de junho de 2016, Betania escreve menagem na bandeira do Mercosul, 
conduzida na Venezuela pelo escritor Carlos Javier.


Enquanto isso, as últimas informações da crise na Venezuela são estas: as autoridades eleitorais venezuelanas devem definir o processo de validação de assinaturas que ativarão o referendo revogatório contra o presidente Nicolás Maduro, primeiro passo da oposição em uma difícil e acelerada corrida para fazer com que a consulta aconteça ainda em 2016. A oposição informou que o poder eleitoral definirá o dispositivo e a data para ratificar as assinaturas, depois de ter anunciado na terça-feira que 1,3 milhão são "válidas", do total de 1,8 milhão apresentado em 2 de maio para abrir o processo, embora apenas 200 mil (1% do colégio eleitoral) fossem necessárias. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) pode estabelecer o prazo de confirmação das assinaturas - que deve acontecer em cinco dias com máquinas que comparam as impressões digitais - para 16 a 20 de junho, segundo uma versão extraoficial com a qual trabalha a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD). "Esta não é uma corrida de 100 metros rasos. Se o CNE não publicar o período de validação nesta quarta-feira, voltaremos a nos mobilizar", afirmou o ex-candidato à presidência Henrique Capriles, que na terça-feira liderou uma passeata, dispersada com gás lacrimogêneo pela polícia. A MUD acusa o CNE de ser aliado do governo e retardar o processo para evitar que o referendo ocorra antes de 2017 - quando o mandato presidencial completará quatro anos -, pois se a votação for organizada este ano e Maduro for derrotado, novas eleições serão convocadas. Com uma votação no próximo ano, em caso de derrota ele seria substituído pelo vice-presidente, que é indicado pelo presidente a qualquer momento. O secretário executivo da MUD, Jesús Torrelba, afirmou que "é perfeitamente possível, do ponto de vista técnico", que o referendo revogatório aconteça "no mais tardar em outubro". Em seu programa televisão na terça-feira à noite, Maduro afirmou que "mais de 30% do pacote (de assinaturas) que entregaram é ilegal e defeituoso", razão pela qual o pedido de referendo revogatório "está invalidado". Mas se a oposição alcançar o objetivo de retirá-lo do poder, Maduro advertiu: "Mais cedo que tarde, viremos por vocês e a revolução vai acontecer, de outra forma, mas vai acontecer". Várias pesquisas revelam que seis ou sete em cada 10 venezuelanos apoiam um referendo e uma mudança de governo. A tensão social cresceu nos últimos meses com o agravamento da escassez de alimentos e remédios, e com o aumento do custo de vida, já que a Venezuela registra a inflação mais alta do mundo, de 180% em 2015. Um dos representantes da MUD ante o CNE, Vicente Bello, disse que o poder eleitoral poderia publicar em seu site um formulário para que os "arrependidos" possam expressar seu desejo de serem excluídos do processo, uma fase não abrangida pelo regulamento e que - mesmo sem a confirmação do CNE - a oposição considera como uma forma de intimidação. Depois de passar o processo de ratificação das primeiras assinaturas, a oposição deverá coletar mais 4 milhões (20% do registro eleitoral) para finalmente convocar o referendo.

Carlos Javier Arencibia enviou três vídeos que foram editados, todos eles procurando mostrar a situação difícil por quem passam as pessoas no país


Foto: Javier com a bandeira/Mercosul enviado por Dado Galvão

O escritor e jornalista caraquenho Carlos Javier Arencibia está, neste momento, percorrendo a Venezuela com uma bandeira do Mercosul na qual recolhe assinaturas em protesto contra o governo de Nicolás Maduro e a situação do país. Nestes vídeos enviados por ele com exclusividade para Zero Hora, ele faz breves e contundentes relatos sobre a dificílima vida num país em crise profunda. A Venezuela vive precariedade institucional, violência urbana equiparável à de um país em guerra, desabastecimento de 80% dos produtos básicos (em especial alimentos e medicamentos) e inflação anual estimada em 700%. Veja o depoimento e o apelo de Arencibia.